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Archive for the ‘Rio de Janeiro’ Category

Em comemoração ao centenário do músico, compositor e ator Mário Lago, festejado este mês, o Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro em parceria com a Casa de Rui Barbosa realizam na próxima quarta-feira, dia 23, a partir das 10h, o seminário “Mário Lago: Um século de presença política e cultural”, em Botafogo. Além de um dia inteiro dedicado a discussões sobre sua vida e obra, o encerramento fica por conta de Chamon e Mariozinho Lago, que fazem um show inspirado em canções do poeta.

O evento, que acontece no auditório da Casa de Rui Barbosa, trará para a mesa de debate nomes como o de Rosa Maria Araujo (historiadora e presidente do MIS-RJ); Gracindo Jr. (ator), Graça Lago (filha de Mário Lago), Sérgio Cabral (jornalista, escritor e pesquisador de música popular brasileira), entre muitos outros. A partir das 18h30, o programa passa para as mãos dos músicos Chamon e Mariozinho Lago, que farão um espetáculo chamado de “’Causos’ e canções”. No repertório, clássicos como “Ai, que saudade da Amélia” (parceria de Lago com Ataulfo Alves), “Numero Um” (com Benedito Lacerda), “Braço é Braço” (com João Roberto Kelly e Nelson Barbosa) e outros.

Programação

10h – Abertura

10h30 – Mesa 1 – Mário Lago e o Rio de Janeiro
Coordenação Rosa Maria Araujo (presidente do Museu da Imagem e do Som)
Mônica Velloso (pesquisadora da FCRB, autora de Mário Lago: boemia e política)
Tania Brandão (crítica de teatro, professora de Teoria e História do Teatro na UniRio)
Hugo Sukman (jornalista e escritor)

14h – Mesa 2 – Mário Lago e a política
Coordenação Christiane Laidler (diretora de pesquisa da FCRB)
Sônia Virgínia Moreira (jornalista, co-autora de Rádio Nacional: o Brasil em sintonia)
Gracindo Jr. (ator)
Walter da Silva Bezze (tabelião e ex-militante político)

16h – Mesa 3 – Na rolança do tempo: memória e boemia
Coordenação Rachel Valença (vice-presidente do Museu da Imagem e do Som)
Graça Lago (filha de Mário Lago)
Sérgio Cabral (jornalista, escritor e pesquisador de música popular brasileira)
Modesto da Silveira (advogado)
18h30
“Causos” e canções de Mário Lago
Show com Chamon e Mariozinho Lago

Programa Musical (show com Chamon e Mariozinho Lago)
Nada Além (Custódio Mesquita/ ML)
Faça de Conta (Custódio Mesquita/ ML)
Meu Rio, meu vício (Braguinha/ ML)
Atire a primeira pedra (Ataulfo Alves/ ML)
Ai, que saudade da Amélia (Ataulfo Alves/ ML)
Será (ML)
Devolve (ML)
Fracasso (ML)
Numero um (Benedito Lacerda/ ML)
Foi (ML)
Fazer um céu (ML)
Dá-me tuas mãos (Roberto Martins/ ML)
Braço é braço (João Roberto Kelly/ Nelson Barbosa/ ML)
Não tem mais jeito (Mario Lago Filho/ ML)
Aurora (Roberto Roberti/ ML)

Serviço:

Casa de Rui Barbosa (auditório)
Rua São Clemente, 134, Botafogo, Rio de Janeiro
Entrada franca
Capacidade do auditório: 280 lugares
Informações: (21) 3289-4640

Fonte: Fundação Museu da Imagem e do Som

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O Núcleo Experimental de Educação e Arte do MAM Rio, criado pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro em parceria com  a Petrobras e a Unimed-Rio, apresenta uma série de atividades em novembro, voltadas a todos os públicos.

De terça a quinta, nos dias 8, 9 e 10 de novembro, será realizado o seminário internacional “Reconfigurações do Público: Arte, Pedagogia e Participação”, um evento transdisciplinar que discutirá as perspectivas de atuação dos museus, instituições e espaços culturais alternativos no século 21. O evento, que terá mesas-redondas, oficinas e grupos de estudos, discutirá de que maneira artistas, curadores e educadores podem responder às demandas atuais da sociedade. Parceria com o departamento de educação e o programa internacional do The Museum of Modern Art – MoMA, New York, a Casa Daros Rio e o  Projeto Pedagógico da 8ª Bienal do Mercosul.

Às quartas-feiras, às 16h, serão apresentadas as “Conversas nas Exposições”, com experiências compartilhadas a partir da mostra “Louise Bourgeois: o retorno do desejo proibido”, em cartaz no museu até o dia 13 de novembro de 2011. Aos sábados, às 13h, será Genealogias do Contemporâneo, comrelações entre os artistas Cildo Meireles, Antonio Manuel e Wesley Duke Lee e também com a exposição da Elisa Bracher: ponto final sem pausas.

As “Ações Móveis”, com conversas, ateliês e jogos interpretativos em diferentes espaços do museu, provocando no público experiências com arquitetura e diferentes linguagens artísticas, serão realizadas aos sábados, às 15h.

Aos domingos, será realizado o “Território Descoberto”, às 13h, com diálogos entre o museu, o seu entorno e a cidade, a partir da arquitetura, da exposição do acervo e dos jardins, e o “Programa em Família”, às 15h, com conversas, ateliês, jogos e experiências onde adultos e crianças podem viver o museu de forma lúdica e criativa a partir da arquitetura, do jardim e das exposições.

No dia 26 de novembro, sábado, às 15h, serão realizados os “Encontros Multissensoriais”, que reunirão pessoas cegas entre os visitantes do museu, para a troca de experiências.

Saiba mais sobre a programação completa do evento clicando aqui.

Fonte: Jornal do Brasil

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Como funcionam os órgãos e sistemas do corpo humano? O Museu da Vida montou uma exposição para ajudar a responder à pergunta, com entrada gratuita e público-alvo a partir de cinco anos. “Uma aventura pelo corpo humano” faz parte do projeto “Ciência para pequenos curiosos”, parceria do Museu da Vida com o Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ e apoio da Faperj.

Mais de 7 mil visitantes já conheceram os módulos da mostra, que foi levada ao Museu Ciência e Vida, em Duque de Caxias (Baixada Fluminense), e ao Centro Cultural ação da Cidadania, na Gamboa, na região portuária.

A exposição ocupa a Sala de Exposições do Museu da Vida, onde esqueletos, um boneco de 1,30m de altura, microscópios, réplicas de órgãos e painéis foram organizados para que o tema possa ser explorado.

Atrações que exploram o lado sensorial

Entre as atrações, há um grande nariz, pelo qual o visitante entra, de olhos vendados, e pode sentir o que há no seu interior. Outra atividade é a túnica contadora de histórias, que revela os segredos sobre mudanças no corpo humano. Já o boneco mostra o que acontece com o corpo quando o coração bate. Manipulando modelos de corações e cérebros humanos e de animais em tamanhos reais, o público é convidado a observar e tentar identificar as principais semelhanças e diferenças e a refletir sobre elas. Como se não bastasse, a garotada ainda participa de uma oficina para pintar pequenos cérebros de gesso em formato de pirulito.

Programa ideal para o fim-de-semana

Quem quiser descansar entre uma atração e outra, é só se acomodar em pufes e almofadas espalhados pelo salão do Museu. A exposição fica aberta de terça a sexta-feira, das 9h às 16h30, e no sábado, das 10h às 16 horas. Mais informações no site: www.museudavida.fiocruz.br

 

Fonte: Jornal do Brasil

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Começou hoje e segue até a próxima quinta-feira, dia 10, a programação do Museu da Vida dedicada ao “Paixão de ler”, projeto destinado aos amantes dos livros e aos que ainda não descobriram o prazer da leitura. Esta semana, os visitantes do Museu participam de diversas atividades que divertem e conduzem o público pelo caminho das letras.

O evento está em sua 19ª edição sob a organização da Secretaria Municipal de Cultura, integrando diversos espaços da cidade, com o tema “Crônicas do Rio”, fio condutor da campanha pelos locais que irão abrigar o projeto. A entrada é franca.

A programação do Museu da Vida inclui hoje, a partir das 13h30, Histórias na Cavalariça, no Espaço Biodescoberta. Neste sábado, às 11 horas, o Castelo da Fiocruz recebe os visitantes para conferir as “Crônicas no Castelo”, com histórias de Machado de Assis e Lima Barreto, entre outros autores. No mesmo horário, na Tenda da Ciência, haverá a atividade “Uma dose de literatura”, com apresentação de histórias e poemas. Para fechar o programa de sábado, às 14 horas, o público confere “Histórias na Cavalariça”. A programação completa está na página: www.museudavida.fiocruz.br

O Museu da Vida fica na Avenida Brasil, 4365, em Manguinhos.

 

Fonte: Jornal do Brasil

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Forte São Tiago da Misericórdia, Sede do Museu Histórico Nacional

Forte São Tiago da Misericórdia, Sede do Museu Histórico Nacional

O Museu Histórico Nacional localiza-se na Praça Marechal Âncora, centro do Rio de Janeiro. O local onde se encontra era primitivamente uma ponta de terra que avançava sobre as águas da baía de Guanabara, entre as praias de Piaçaba e de Santa Luzia. Nessa ponta, os portugueses ergueram, em 1603, o Forte de São Tiago da Misericórdia, ao qual se acrescentou a Prisão do Calabouço (1693) – destinada a escravos faltosos -, a Casa do Trem (1762) – depósito do “trem de artilharia” (armas e munições) -, o Arsenal de Guerra do Rio de Janeiro (1764) e o Quartel (1835).

Na década de 1920, a ponta do Calabouço foi aterrada e reurbanizada para acolher a “Exposição Internacional comemorativa do Centenário da Independência do Brasil”. Para integrar o evento, as edificações do antigo Arsenal de Guerra foram ampliadas e embelezadas, com decoração característica da arquitetura neo-colonial.

Em 12 de outubro de 1922 foram abertas ao público, compreendendo o “Palácio das Grandes Indústrias”, um dos pavilhões mais visitados da exposição, e duas galerias do Museu Histórico Nacional, criado em agosto daquele ano pelo então presidente da República, Epitácio Pessoa (1919-1922), visando dotar o país de um museu voltado para a História do Brasil, tornando-se assim, um dos principais Museus do Brasil.

Atualmente o Museu ocupa todo o conjunto arquitetônico da antiga ponta do Calabouço, constituindo-se no mais importante museu histórico do país e em expressivo centro gerador de conhecimento. Abrigou o primeiro curso de Museologia do país, mantendo-se até aos nossos dias como referência para a constituição de importantes museus brasileiros.

Acervo conta história do país

O acervo aberto à visitação se divide em várias exposições, permanentes e temporárias. Entre as exposicões permanentes estão:

  • O Pátio dos canhões, que guarda a coleção de canhões do museu e reúne exemplares de Portugal, Inglaterra, França, Holanda e do Brasil; foi a primeira exposição do país a ter legendas em braile;
  • A exposição Portugueses no Mundo, que mostra o processo de colonização e seus desdobramentos econômico-culturais, composta de peças ligadas à navegação, às monoculturas de cana-de-açúcar e café, à mineração, à chegada da corte portuguesa no Brasil e à imigração do século XIX;
  • A exposição Do Móvel ao Automóvel: transitando pela História, que mostra 29 peças como cadeirinhas, carruagens, berlindas e os primeiros automóveis a circular no Rio de Janeiro. Uma das raridades dessa exposição é o carro Protos, pertencente ao Barão do Rio Branco e um dos dois únicos existentes no mundo.
Dom Pedro II - Delfim da Câmara

Detalhe do retrato de D. Pedro II feito por Delfim da Câmara

Além das exposições, o museu possui o maior acervo numismático e filatélico da América Latina, com cerca de 127.000 peças, entre moedas, cédulas, selos, carimbos, sinetes, medalhas e ordens honoríficas. Há várias peças raras, como a moeda Peça da Coroação, com tiragem de apenas 64 exemplares, cunhada a mando do Imperador Dom Pedro I para comemorar sua coroação, em 1822, a medalha de homenagem a Louis Pasteur, bulas dos Papas Clemente VI (século XIV) e Júlio II (séculos XV e XVI) e a Insígnia Imperial Ordem da Rosa, criada para perpetuar a memória do segundo casamento de Dom Pedro I com Dona Amélia de Leuchtenberg.

Assista o vídeo abaixo e faça uma visita ao museu!

Museu Histórico Nacional

Endereço: Praça Marechal Âncora – Próximo à Praça XV – Centro – Rio de Janeiro

Telefone: (21) 25509220 / 25509224

Visitação: De 3- a 6- Feira – das 10h às 17:30 h | Fechado às 2- feiras | Sábados, Domingos e Feriados – das 14:00h às 18:00 h

Ingressos: R$ 6,00 (seis reais)

Maiores informações no site oficial do MHN

Fonte: Wikipedia

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Museu de Arte Contemporânea de Niterói

Arquitetura futurista de autoria de Oscar Niemeyer

Famoso pela sua arquitetura futurista projetada por Oscar Niemeyer, o Museu de Arte Contemporânea (MAC) tornou-se um dos cartões-postais de Niterói e um dos principais Museus do Brasil. Destina-se principalmente a obras pertencentes à arte contemporânea, todas datadas ao decorrer do século XX. Apresenta desde artes abstratas até obras retratando a ilusão da Monarquia Brasileira. O museu possui um acervo de 1.217 obras da Coleção João Sattamini, constituindo a segunda maior coleção de arte contemporânea do Brasil.

Localizado sobre o Mirante da Boa Viagem, na orla de Niterói, o museu com sua fachada futurística possibilita que o visitante desfrute de vistas panorâmicas que se lhe oferecem quer fora do museu, a partir do pátio, quer dentro do museu por um olhar pelo anel de janelas que divide este gigantesco prato de concreto em duas faixas.

Museu de Arte Contemporânea de Niterói

Interior de uma das galerias do MAC

O MAC ainda disponibiliza atividades educacionais, dentro outros, desde 1996, chamadas de Desafios Comunicativos da Arte Contemporânea, com o intuito, segundo a administração do museu, de incentivar a “produção artística contemporânea, que se coloca exposta em um espaço público onde circulam indivíduos não pertencentes ao mundo da arte.”

Museu de Arte Contemporânea de Niterói

Endereço: Mirante da Boa Viagem, s/ nº, Niterói
Telefone: (21) 2620-2400 / 2620-2481
Visitação: Espaço Expositivo – terça a domingo, de 10 às 18h / Pátio – segunda a domingo, de 9 às 18h
Ingresso: Normal – R$ 5,00

Visite o site oficial do museu

Fonte: Wikipedia

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Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro

Fachada do projeto arquitetônico de Affonso Reidy

O Museu de Arte Moderna do Rio de janeiro, inaugurado em 1948, está situado em um edifício, cujo a obra é a mais conhecida do arquiteto carioca Affonso Reidy, com projeto paisagístico de Burle Marx, que seguem as orientações da arquitetura racionalista. Iniciativa de um grupo de empresários presidido por Raymundo Ottoni de Castro Maya, é uma organização particular sem fins lucrativos, palco de diversos acontecimentos de grande relevância na vanguarda artística brasileira. Atualmente, a instituição abriga importantes mostras de artistas nacionais e estrangeiros, além de conferencistas internacionais.

Anita Malfatti, O Farol de Monhegan - MAM Rio

Obra de Anita Malfatti pertencente ao acervo do museu

Mesmo perdendo grande parte de suas obras em um trágico incêndio em 1978, o museu abriga, hoje, aproximadamente 11 mil peças, dentre nacionais e estrangeiras, grande parte proveniente da Coleção do diplomata e empresário brasileiro, Gilberto Chateaubriand. Em 2005, o museu recebeu, em regime de comodato, grande parte da importante coleção do diplomata Joaquim Paiva. Atualmente, o MAM se destingue por possuir obras de importantes nomes como: Alfredo Volpi, Aluísio Carvão, Anita Malfatti, Anna Bella Geiger, Candido Portinari, Carlos Vergara, Hélio Oiticica, Iole de Freitas, Lasar Segall, Tarsila do Amaral, dentre outros.

Veja imagens do incêndio de destruiu grande parte do museu:

Fique por dentro das exposições que ocorrem no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro

MAM Rio

Endereço: Av Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo, Rio de Janeiro.
Telefone: (21) 2240 4944
Visitação: Aberto de terça à sexta-feira das 12h às 18h. Sábado, domingo e feriados das 12h às 19h
Ingresso: Exposições R$8,00 (inclui uma sessão gratuita na cinemateca válida no dia da emissão do ingresso). Maiores de 60 anos, estudantes maiores de 12 anos e conveniados Unimed Rio R$4,00. Domingos ingresso família até 5 pessoas R$8,00.

Visite o site do MAM Rio

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Museu Imperial de Petrópolis

Edifício do Museu Imperial de Petrópolis

O Palácio Imperial de Petrópolis, hoje, MUSEU IMPERIAL, foi a residência predileta do imperador d. Pedro II e cenário dos melhores momentos da vida do monarca, como ele mesmo registrou através de cartas.  Sua construção, iniciada em 1845, por determinação do jovem imperador, deu origem à cidade de Petrópolis. Grande parte da decoração interna ainda se preserva, como os pisos em pedras nobres, candelabros e mobília, reconstituindo os ambientes originais de quando o palácio era habitado. A instituição é o museu mais visitado no país.

O acervo e seus destaques

O acervo do museu é constituído por peças ligadas à monarquia brasileira, incluindo mobiliário, documentos, obras de arte e objetos pessoais de integrantes da família imperial. Na coleção de pinturas destacam-se a Fala do Trono, de autoria de Pedro Américo, representando Dom Pedro II na abertura da Assembléia Geral, e o último retrato de Dom Pedro I, pintado por Simplício Rodrigues de Sá.

Coroa de Dom Pedro II

Coroa utilizada por D. Pedro II

Em relação às jóias imperiais, como a coroa de Dom Pedro II, criada especialmente para a coroação do jovem imperador, além de diversas outras peças raras e preciosas, como o colar de ouro, esmeraldas e rubis que pertenceu à Imperatriz Dona Leopoldina, e o colar de ametistas da Marquesa de Santos, presente de Dom Pedro I.

Eventos no museu

O museu conta com diversos festivais, cursos educacionais e eventos tais como o Espetáculo Som e Luz, que reconta episódios do reinado de D. Pedro II, além de revelar detalhes pitorescos do Império no Brasil. Clique aqui (http://www.museuimperial.gov.br/portal/calendario-de-eventos/week.listevents/2011/08/08/-.html) para obter maiores informações sobre esse e outros eventos.

Visitas especiais

O Museu Imperial oferece aos moradores de Petrópolis a promoção “O Museu é nosso”. Sempre às quartas-feiras e no último domingo de cada mês, os petropolitanos garantem o direito de visitar o Palácio, gratuitamente, mediante comprovação de residência e identidade. O museu também oferece o projeto “Museu que não se vê” – uma visita aos “bastidores”. O circuito inclui os setores de Educação, Arquivo Histórico, Biblioteca, Museologia/Reserva Técnica e Laboratório de Conservação e Restauração. Visitas escolares também são aceitas por intermédio de agendamento prévio.

Museu Imperial

Endereço: Rua da Imperatriz, 220 – Centro
Telefone: 24 2237-8000
Visitação: Aberto de terça a domingo das 11h às 18h (bilheteria até às 17h30)
Ingresso: R$ 8,00  – Estudantes e pessoas acima de 60 anos: R$ 4,00. Acima de 80 anos e crianças até 6 anos: acesso livre. Pacote familiar: R$ 20,00 (2 adultos +2 estudantes)

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Museu Nacional de Belas Artes

Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro

Com uma coleção de cerca de 16 mil peças, o Museu Nacional de Belas Artes – MNBA no Rio de Janeiro é considerado um dos principais Museus do Brasil no que diz respeito à produção do século XIX. Inaugurado em 1938 pelo presidente Getúlio Vargas, o MNBA tem origem na Escola Nacional de Belas Artes, Enba. Dentre seu acervo constam peças originárias da escola e da coleção pessoal de Dom João VI. Pode-se apreciar obras de nomes notórios da história da arte do Brasil, tais como Debret e Taunay, além de sua coleção de gravuras, que é uma das mais importantes do país, com trabalhos de Oswaldo Goeldi, Lívio Abramo, Lasar Segall, Fayga Ostrower, entre outros.

A história do museu inicia-se em sua arquitetura

Desde sua fundação, o MNBA ocupa o edifício de estilo eclético construído entre 1906 e 1908, por Adolfo Morales de los Rios (1858 – 1928), para abrigar a Enba, na avenida Rio Branco. Divide espaço com os cursos da escola até 1976, quando esses são finalmente transferidos para a Cidade Universitária da Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ. O espaço é ocupado pela Funarte, que deixa o prédio em 1995.

O que você não pode perder

Vitória de Samotrácia - Museu Nacional de Belas Artes

Réplica fiel da famosa escultura no MNBA

Réplicas de esculturas famosas como a Vitória de Samotrácia, descoberta em 1863, e obras clássicas da arte brasileira que retratam períodos da história como a Primeira Missa no Brasil (1861) e Batalha dos Guararapes (1879), ambos de Victor Meirelles, a Batalha do Avaí (1877) de Pedro Américo. A história de cada obra pode ser conferida através visitas guiadas e por audioguias que o museu disponibiliza para aluguel.

Recém repaginado

Depois de três anos fechado para reforma, modernização da expografia e restauração de pinturas, esculturas e mobiliário, o Museu Nacional de Belas Artes, reabriu suas portas em grande estilo com a apresentação de obras nunca expostas anteriormente. Confira no vídeo abaixo:

Museu Nacional de Belas Artes

Endereço: Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia, Rio de Janeiro.
Telefone: (21) 2219-8474
Visitação: Aberto de terça à sexta-feira, das 10h às 18h; sábado, domingo e feriado, das 12h às 17h.
Ingressos: R$ 5,00 e meia: R$ 2,00. Grátis aos domingos.
Saiba mais no site do MNBA.

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A cidade do Rio de Janeiro possui mais de 50 museus. Dentre eles, podemos encontrar espaços tradicionais e temáticos, onde temos a oportunidade de conhecer o passado, compreender o presente e participar do planejamento do futuro, através do próprio valor patrimonial das edificações onde estão instalados.

História da arte na cidade

Para quem está a turismo ou a passagem pela cidade maravilhosa, vale a pena visitar alguns museus que contém em seus corredores, os principais acervos do país. Destacam-se entre eles: o Museu Histórico Nacional no Catete, o Museu de Arte Moderna(MAM) no Aterro do Flamengo e o Museu de Belas Artes na Cinelândia.

Diversos tipos de museus

No Rio de Janeiro existem museus sobre os mais variados temas, entre eles, personalidades, cultura, história e instituicionais. Abaixo cito alguns dos mais visitados.

Popularmente denominado como Museu da Quinta da Boa Vista, o Museu Nacional, foi fundado por D. João VI numa iniciativa para estimular o conhecimento científico no Brasil.

O Museu do Índio é a única instituição oficial no Brasil exclusivamente dedicada às culturas indígenas.

O Museu Aeroespacial, localizado no Campo dos Afonsos, berço da aviação brasileira, é o maior e mais importante museu de aviação do Brasil.

Outros espaços próximos à cidade

Ainda dentro do território do estado, podemos encontrar importantes museus. Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o Museu de Arte Contemporânea (MAC), tornou-se um dos cartões postais de Niterói. Em seu acervo constam mais de 1200 obras da arte contemporânea, todas datadas ao decorrer do século XX.

Instalado no Palácio de Verão de Dom Pedro II, no centro histórico de Petróplis, está o Museu Imperial. Seu acervo é constituído por peças ligadas à monarquia brasileira, incluindo mobiliário, documentos, obras de artes e objetos pessoais de integrantes da família imperial.

Conheça mais sobre o MAC e o Museu Imperial de Petrópolis.

Veja uma lista completa de museus da cidade do Rio de Janeiro.

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