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Já começou a temporada de eventos do Dia Nacional da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro. Na programação, de exposições de fotos a um festival de hip hop que será encerrado com show grátis dos Racionais MC’s. Africanofagias Paulistanas é o título da programação temática que ocorre neste mês na Pinacoteca do Estado, no Museu de Arte Sacra e no Museu da Língua Portuguesa.

No sábado, haverá mesa redonda do tema Africanizando o Cotidiano Paulistano, sobre a influência africana no dia a dia do cotidiano da cidade – de expressões orais a práticas religiosas. Estão ainda previstas apresentações de maracatu e rap e peças teatrais. A programação completa pode ser consultada no site http://www.pinacoteca.org.br ou pelo telefone (11) 3324-1000.

O Museu Afro Brasil comemora a data com duas exposições: Aurelino – A Transfiguração do Real, com cerca de cem obras do artista plástico baiano Aurelino dos Santos, e ‘Brincar com Arte – O Brinquedo Popular do Nordeste’, com mais de mil objetos da coleção de David Glat. Ambas abrem no dia 20 e ficam em cartaz até 1.º de abril.

Também em comemoração à Consciência Negra, o Museu de Arte Sacra abre no dia 17 a mostra Benedito das Flores e Antonio do Categeró, com obras de seu acervo, do Museu Afro Brasil e de colecionadores particulares. São 170 imagens feitas de vários materiais – madeira, barro cozido, gesso e prata -, que retratam santos de origem negra amplamente difundidos entre católicos.

Hip hop. No Memorial da América Latina, o destaque será o 5.º Encontro Paulista de Hip Hop no fim de semana. De graça, o evento terá oficinas de dança e de grafite, lançamento de livro e, para encerrar, o show com os Racionais MC’s.

Fotografia Walter Firmo

"Olhar afro. Uma das fotos de Walter Firmo em exposição o museu de Barueri" Walter Firmo/Divulgação

No Museu Municipal de Barueri, na Grande São Paulo, o destaque será a mostra Walter Firmo: Um Fotógrafo Negro. Com entrada gratuita, a exposição acontece até 17 de janeiro. Com 74 anos de idade e 54 de carreira, o carioca Walter Firmo é conhecido pela maestria de seus retratos – muitos ressaltando a população negra do Brasil. A exposição foi produzida pelo Museu Afro Brasil em conjunto com o Sistema Estadual de Museus (Sisem), órgão da Unidade de Preservação do Patrimônio Museológico do Estado. ‘É bacana mostrarmos tanto a presença do artista negro quanto o negro como temática de obras de arte’, explica a coordenadora da unidade, Claudinéli Moreira Ramos. ‘A mostra é a principal ação do Sisem para celebração da Consciência Negra. E vem de encontro à intenção da Secretaria da Cultura de interiorizar cada vez mais as ações culturais de alta qualidade.’

Fonte: Estadão

O Memorial da América Latina é um centro cultural, político e de lazer, inaugurado em 18 de março de 1989 na cidade de São Paulo, Brasil. O conjunto arquitetônico, projetado por Oscar Niemeyer, é um monumento à integração cultural, política, econômica e social da América Latina, situado em um terreno de 84.482 metros quadrados no bairro da Barra Funda.

Memorial da América Latina

O Salão de Atos e a "Mão" com o mapa da América Latina, na Praça Cívica do Memorial.

Seu projeto cultural foi desenvolvido pelo antropólogo Darcy Ribeiro. É uma fundação de direito público estadual, com autonomia financeira e administrativa, vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, conforme Decreto assinado pelo Governador de Estado, Geraldo Alckmin,em 1º de janeiro de 2011.

O complexo é constituído por vários edifícios dispostos ao longo de duas áreas unidas por uma passarela, que somam ao todo 25.210 metros quadrados de área construída: o Salão de Atos, a Biblioteca Latino-Americana, o Centro de Estudos, a Galeria Marta Traba, o Pavilhão da Criatividade, o Auditório Simón Bolívar, o Anexo dos Congressistas e o edifício do Parlamento Latino-Americano. Na Praça Cívica, encontra-se a escultura em concreto, também de Niemeyer, representando uma mão aberta, em posição vertical, com o mapa da América Latina pintado em vermelho na palma.

O memorial possui um acervo permanente de obras de arte, exibidas ao longo da esplanada e nos espaços internos, e conta com um centro de documentação de arte popular latino-americana. A biblioteca possui cerca de 30 mil volumes, além de seção de música e imagens. O complexo promove exposições, palestras, debates, sessões de vídeo, espetáculos de teatro, música e dança. Mantém o Centro Brasileiro de Estudos da América Latina, organização de fomento a pesquisas acadêmicas sobre assuntos latino-americanos. Publica regularmente a revista Nossa América e livros variados. Serviu de sede ao Parlamento Latino-Americano entre 1989 e 2007 (atualmente localizado na cidade do Panamá).

Memorial da América Latina

Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda – São Paulo

Telefone: (11) 3823-4600

Visite o site oficial do Memorial da América Latina

Veja uma lista completa de Museus do Brasil

Fonte: Wikipedia

Como funcionam os órgãos e sistemas do corpo humano? O Museu da Vida montou uma exposição para ajudar a responder à pergunta, com entrada gratuita e público-alvo a partir de cinco anos. “Uma aventura pelo corpo humano” faz parte do projeto “Ciência para pequenos curiosos”, parceria do Museu da Vida com o Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ e apoio da Faperj.

Mais de 7 mil visitantes já conheceram os módulos da mostra, que foi levada ao Museu Ciência e Vida, em Duque de Caxias (Baixada Fluminense), e ao Centro Cultural ação da Cidadania, na Gamboa, na região portuária.

A exposição ocupa a Sala de Exposições do Museu da Vida, onde esqueletos, um boneco de 1,30m de altura, microscópios, réplicas de órgãos e painéis foram organizados para que o tema possa ser explorado.

Atrações que exploram o lado sensorial

Entre as atrações, há um grande nariz, pelo qual o visitante entra, de olhos vendados, e pode sentir o que há no seu interior. Outra atividade é a túnica contadora de histórias, que revela os segredos sobre mudanças no corpo humano. Já o boneco mostra o que acontece com o corpo quando o coração bate. Manipulando modelos de corações e cérebros humanos e de animais em tamanhos reais, o público é convidado a observar e tentar identificar as principais semelhanças e diferenças e a refletir sobre elas. Como se não bastasse, a garotada ainda participa de uma oficina para pintar pequenos cérebros de gesso em formato de pirulito.

Programa ideal para o fim-de-semana

Quem quiser descansar entre uma atração e outra, é só se acomodar em pufes e almofadas espalhados pelo salão do Museu. A exposição fica aberta de terça a sexta-feira, das 9h às 16h30, e no sábado, das 10h às 16 horas. Mais informações no site: www.museudavida.fiocruz.br

 

Fonte: Jornal do Brasil

Começou hoje e segue até a próxima quinta-feira, dia 10, a programação do Museu da Vida dedicada ao “Paixão de ler”, projeto destinado aos amantes dos livros e aos que ainda não descobriram o prazer da leitura. Esta semana, os visitantes do Museu participam de diversas atividades que divertem e conduzem o público pelo caminho das letras.

O evento está em sua 19ª edição sob a organização da Secretaria Municipal de Cultura, integrando diversos espaços da cidade, com o tema “Crônicas do Rio”, fio condutor da campanha pelos locais que irão abrigar o projeto. A entrada é franca.

A programação do Museu da Vida inclui hoje, a partir das 13h30, Histórias na Cavalariça, no Espaço Biodescoberta. Neste sábado, às 11 horas, o Castelo da Fiocruz recebe os visitantes para conferir as “Crônicas no Castelo”, com histórias de Machado de Assis e Lima Barreto, entre outros autores. No mesmo horário, na Tenda da Ciência, haverá a atividade “Uma dose de literatura”, com apresentação de histórias e poemas. Para fechar o programa de sábado, às 14 horas, o público confere “Histórias na Cavalariça”. A programação completa está na página: www.museudavida.fiocruz.br

O Museu da Vida fica na Avenida Brasil, 4365, em Manguinhos.

 

Fonte: Jornal do Brasil

Forte São Tiago da Misericórdia, Sede do Museu Histórico Nacional

Forte São Tiago da Misericórdia, Sede do Museu Histórico Nacional

O Museu Histórico Nacional localiza-se na Praça Marechal Âncora, centro do Rio de Janeiro. O local onde se encontra era primitivamente uma ponta de terra que avançava sobre as águas da baía de Guanabara, entre as praias de Piaçaba e de Santa Luzia. Nessa ponta, os portugueses ergueram, em 1603, o Forte de São Tiago da Misericórdia, ao qual se acrescentou a Prisão do Calabouço (1693) – destinada a escravos faltosos -, a Casa do Trem (1762) – depósito do “trem de artilharia” (armas e munições) -, o Arsenal de Guerra do Rio de Janeiro (1764) e o Quartel (1835).

Na década de 1920, a ponta do Calabouço foi aterrada e reurbanizada para acolher a “Exposição Internacional comemorativa do Centenário da Independência do Brasil”. Para integrar o evento, as edificações do antigo Arsenal de Guerra foram ampliadas e embelezadas, com decoração característica da arquitetura neo-colonial.

Em 12 de outubro de 1922 foram abertas ao público, compreendendo o “Palácio das Grandes Indústrias”, um dos pavilhões mais visitados da exposição, e duas galerias do Museu Histórico Nacional, criado em agosto daquele ano pelo então presidente da República, Epitácio Pessoa (1919-1922), visando dotar o país de um museu voltado para a História do Brasil, tornando-se assim, um dos principais Museus do Brasil.

Atualmente o Museu ocupa todo o conjunto arquitetônico da antiga ponta do Calabouço, constituindo-se no mais importante museu histórico do país e em expressivo centro gerador de conhecimento. Abrigou o primeiro curso de Museologia do país, mantendo-se até aos nossos dias como referência para a constituição de importantes museus brasileiros.

Acervo conta história do país

O acervo aberto à visitação se divide em várias exposições, permanentes e temporárias. Entre as exposicões permanentes estão:

  • O Pátio dos canhões, que guarda a coleção de canhões do museu e reúne exemplares de Portugal, Inglaterra, França, Holanda e do Brasil; foi a primeira exposição do país a ter legendas em braile;
  • A exposição Portugueses no Mundo, que mostra o processo de colonização e seus desdobramentos econômico-culturais, composta de peças ligadas à navegação, às monoculturas de cana-de-açúcar e café, à mineração, à chegada da corte portuguesa no Brasil e à imigração do século XIX;
  • A exposição Do Móvel ao Automóvel: transitando pela História, que mostra 29 peças como cadeirinhas, carruagens, berlindas e os primeiros automóveis a circular no Rio de Janeiro. Uma das raridades dessa exposição é o carro Protos, pertencente ao Barão do Rio Branco e um dos dois únicos existentes no mundo.
Dom Pedro II - Delfim da Câmara

Detalhe do retrato de D. Pedro II feito por Delfim da Câmara

Além das exposições, o museu possui o maior acervo numismático e filatélico da América Latina, com cerca de 127.000 peças, entre moedas, cédulas, selos, carimbos, sinetes, medalhas e ordens honoríficas. Há várias peças raras, como a moeda Peça da Coroação, com tiragem de apenas 64 exemplares, cunhada a mando do Imperador Dom Pedro I para comemorar sua coroação, em 1822, a medalha de homenagem a Louis Pasteur, bulas dos Papas Clemente VI (século XIV) e Júlio II (séculos XV e XVI) e a Insígnia Imperial Ordem da Rosa, criada para perpetuar a memória do segundo casamento de Dom Pedro I com Dona Amélia de Leuchtenberg.

Assista o vídeo abaixo e faça uma visita ao museu!

Museu Histórico Nacional

Endereço: Praça Marechal Âncora – Próximo à Praça XV – Centro – Rio de Janeiro

Telefone: (21) 25509220 / 25509224

Visitação: De 3- a 6- Feira – das 10h às 17:30 h | Fechado às 2- feiras | Sábados, Domingos e Feriados – das 14:00h às 18:00 h

Ingressos: R$ 6,00 (seis reais)

Maiores informações no site oficial do MHN

Fonte: Wikipedia

Fachada do Museu de Arte Sacra de São Paulo

Fachada do Museu de Arte Sacra de São Paulo

Museu de Arte Sacra de São Paulo é uma das principais instituições brasileiras voltadas ao estudo, conservação e exposição de objetos relacionados à arte sacra. Localiza-se em São Paulo, na ala esquerda do Mosteiro da Luz, recolhimento de religiosas fundado em 1774 por iniciativa de Frei Galvão. O mosteiro é a única edificação colonial do século XVIII em São Paulo a preservar seus elementos, materiais e estrutura originais. Encontra-se inserido em meio à última chácara conventual urbana do país. Foi tombado como monumento arquitetônico de interesse nacional em 1943, pelo então SPHAN (atual IPHAN) e, posteriormente, pelo Condephaat.

Mantido por um acordo entre o Governo do Estado e a Arquidiocese de São Paulo, o museu foi fundado em 1970. Abriga um dos mais importantes acervos de arte sacra do Brasil, acumulado pela Mitra Arquidiocesana ao longo do século XX, com peças provenientes de antigas igrejas de todo o país. A coleção, também tombada pelo IPHAN, abarca obras brasileiras e estrangeiras produzidas a partir do século XVI, com especial ênfase na imaginária do período colonial e várias obras de artistas exponenciais como AleijadinhoFrei Agostinho da PiedadeFrei Agostinho de JesusMestre ValentimMestre AtaídeAlmeida Júnior e Benedito Calixto.

Aleijadinho - Nossa Senhora das Dores

Detalhe da obra de Aleijadinho (1730-1814) Nossa Senhora das Dores, séc. XVIII

O setor de pintura do Museu de Arte Sacra conserva um vasto núcleo de obras, provenientes do Brasil e de outros países, abarcando uma grande diversidade de temas e tendências pictóricas. São peças de pintores anônimos e obras produzidas por artistas renomados, executadas entre os séculos XVI e XX.

Museu de Arte Sacra de São Paulo

Endereço: Av. Tiradentes, 676 – Luz – São Paulo

Telefone: (11) 5627-5393

Visitação: De terça a domingo das 10 às 18 horas (bilheteria até as 17:30). Entrada Grátis aos Sábados.

Visite o site oficial do Museu de Arte Sacra de São Paulo

Veja uma lista completa dos Museus do Brasil

Fonte: Wikipedia

Museu de Arte Contemporânea de Niterói

Arquitetura futurista de autoria de Oscar Niemeyer

Famoso pela sua arquitetura futurista projetada por Oscar Niemeyer, o Museu de Arte Contemporânea (MAC) tornou-se um dos cartões-postais de Niterói e um dos principais Museus do Brasil. Destina-se principalmente a obras pertencentes à arte contemporânea, todas datadas ao decorrer do século XX. Apresenta desde artes abstratas até obras retratando a ilusão da Monarquia Brasileira. O museu possui um acervo de 1.217 obras da Coleção João Sattamini, constituindo a segunda maior coleção de arte contemporânea do Brasil.

Localizado sobre o Mirante da Boa Viagem, na orla de Niterói, o museu com sua fachada futurística possibilita que o visitante desfrute de vistas panorâmicas que se lhe oferecem quer fora do museu, a partir do pátio, quer dentro do museu por um olhar pelo anel de janelas que divide este gigantesco prato de concreto em duas faixas.

Museu de Arte Contemporânea de Niterói

Interior de uma das galerias do MAC

O MAC ainda disponibiliza atividades educacionais, dentro outros, desde 1996, chamadas de Desafios Comunicativos da Arte Contemporânea, com o intuito, segundo a administração do museu, de incentivar a “produção artística contemporânea, que se coloca exposta em um espaço público onde circulam indivíduos não pertencentes ao mundo da arte.”

Museu de Arte Contemporânea de Niterói

Endereço: Mirante da Boa Viagem, s/ nº, Niterói
Telefone: (21) 2620-2400 / 2620-2481
Visitação: Espaço Expositivo – terça a domingo, de 10 às 18h / Pátio – segunda a domingo, de 9 às 18h
Ingresso: Normal – R$ 5,00

Visite o site oficial do museu

Fonte: Wikipedia

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